Contra a violência, CRM-MG cobra condições de trabalho e segurança nas unidades da rede pública

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG) vem a público cobrar das autoridades a tomada de providências urgentes para reforçar a segurança e a melhoria de condições de trabalho nas unidades de saúde do Estado.

Problemas como a falta de infraestrutura, o baixo número de profissionais e o aumento da demanda por atendimento nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) têm contribuído para o surgimento de um ambiente tenso, em especial nas UPAS e prontos-socorros, propício ao surgimento de conflitos.

Situações como a registrada nesta sexta-feira (28), na UPA de Lagoa da Prata, não podem voltar a acontecer. É inadmissível que médicos, outros profissionais da saúde, pacientes e familiares fiquem vulneráveis a serem testemunhas e vítimas de agressões físicas e psicológicas que carecem de qualquer justificativa.

Assim, cabe às autoridades competentes trabalharem – em sintonia e ouvindo as necessidades dos profissionais da assistência – para que nos locais onde se luta pela saúde e pela vida o clima seja de paz e harmonia permanentes.

Atento à sua responsabilidade de trabalhar pela qualificação da assistência e pelos direitos dos médicos mineiros, o CRM-MG se mantem atento a esse problema e reitera suas reivindicações que, após serem atendidas, trarão grandes benefícios para toda a sociedade.

Belo Horizonte/MG, 29 de agosto de 2020.

Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG)